sexta-feira, 13 de abril de 2007

Espinho

Espinho

E o silencio era meu grito,
nem eu mesmo escutava,
bem mais alto gritava em silencio,
e meu peito entao se rasgava,
a dor do questionamento ,
nem com remedio diminuia,
a fraçao do meu pensamento,
multiplicava nao dividia...
a coragem entao me deu asas,
como um colibri eu voei,
bem ligeiro, sutli, elegante...
em nenhuma flor eu parei,
e chegando no ninho distante,
pousei e me pus a pensar,
numa rosa de aroma picante,
que ficava do lado de lá...
num espinho onde me feri,
e uma gota de sangue escorreu,
fui lembrando e cheguei a sorrir...
entendi que o espinho sou eu!
Duka

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